
Passei hoje por um blog e ao analisar alguns comentários sobre o excesso ou não de funcionários públicos, veio-me à memória a justificação para o facto de o Eng.º Sócrates manter a sua popularidade em alta.
A história baseia-se na velha anedota do emigrante Português que trabalha na Alemanha na recolha do lixo, juntamente com um trabalhador alemão. Ao verem passar um tipo alemão “montando” num fantástico Audi A6, último modelo, comenta o Português: F… da P…, para teres esse carrão ando aqui eu a trabalhar no duro dia e noite, havias de perder tudo e vires para aqui trabalhar connosco para ver o que a vida custa! Pensa o alemão, “vou trabalhar o mais que puder e daqui a alguns anos conseguirei ter o que ele tem”.
Ora isto explica perfeitamente os resultados das sondagens de popularidade do governo. O Eng.º Sócrates, pessoa inteligente, sabe que país está a “governar” ao retirar as tão apregoadas “regalias” (que sinceramente ainda não percebi o que são, talvez sejam as melhores condições de vida que alguns foram conseguindo ao longo dos anos), sabe que vai ter muito Português a esfregar as mãos de contente porque o governo lixou este ou aquele. Quem de vós ainda não comentários do género “bem feito, aqueles gajos não faziam nenhum agora é que vão ver o que é trabalhar”? O governo sabe que vai ter os Médicos satisfeitos porque “lixou” os Professores, os Professores satisfeitos porque “lixou” os médicos, a restante sociedade satisfeita porque “tramou” a Função Publica, etc. Alguém terá sempre uma satisfação qualquer porque o Governo retirou alguma “regalia” que outro tinha e nós por qualquer motivo ainda não tínhamos atingido.
Com tudo isto pergunto, alguém já se interrogou o que de bom feito para o desenvolvimento da nossa sociedade ou será que só nos preocupamos em ver se os Funcionários Públicos ou quaisquer outro tipo de Funcionários ficam tanto ou pior que nós? É porque se assim for, só paramos quando estivermos todos no “fundinho” muito felizes, porque já não há ninguém melhor que nós e já ninguém tem qualquer tipo de “regalias” (privilégio que resulta de determinada actividade profissional).
A história baseia-se na velha anedota do emigrante Português que trabalha na Alemanha na recolha do lixo, juntamente com um trabalhador alemão. Ao verem passar um tipo alemão “montando” num fantástico Audi A6, último modelo, comenta o Português: F… da P…, para teres esse carrão ando aqui eu a trabalhar no duro dia e noite, havias de perder tudo e vires para aqui trabalhar connosco para ver o que a vida custa! Pensa o alemão, “vou trabalhar o mais que puder e daqui a alguns anos conseguirei ter o que ele tem”.
Ora isto explica perfeitamente os resultados das sondagens de popularidade do governo. O Eng.º Sócrates, pessoa inteligente, sabe que país está a “governar” ao retirar as tão apregoadas “regalias” (que sinceramente ainda não percebi o que são, talvez sejam as melhores condições de vida que alguns foram conseguindo ao longo dos anos), sabe que vai ter muito Português a esfregar as mãos de contente porque o governo lixou este ou aquele. Quem de vós ainda não comentários do género “bem feito, aqueles gajos não faziam nenhum agora é que vão ver o que é trabalhar”? O governo sabe que vai ter os Médicos satisfeitos porque “lixou” os Professores, os Professores satisfeitos porque “lixou” os médicos, a restante sociedade satisfeita porque “tramou” a Função Publica, etc. Alguém terá sempre uma satisfação qualquer porque o Governo retirou alguma “regalia” que outro tinha e nós por qualquer motivo ainda não tínhamos atingido.
Com tudo isto pergunto, alguém já se interrogou o que de bom feito para o desenvolvimento da nossa sociedade ou será que só nos preocupamos em ver se os Funcionários Públicos ou quaisquer outro tipo de Funcionários ficam tanto ou pior que nós? É porque se assim for, só paramos quando estivermos todos no “fundinho” muito felizes, porque já não há ninguém melhor que nós e já ninguém tem qualquer tipo de “regalias” (privilégio que resulta de determinada actividade profissional).