Sunday, March 05, 2006

Conseguimos o Défice zero...


O governo de Sócrates ficou para a história do nosso país como aquele que consegui levar o défice até zero em 2008!
Sócrates, ficou conhecido internacionalmente como o politico português que conseguiu reduzir o défice de Portugal na primeira década de 2000. Após ter encerrado a maior parte dos pequenos Centros de Saúde, Escolas e alguns Hospitais mais modestos, ter aumentado o IVA para 40%, reformular o Sistema de Protecção Social (o governo não é pai de ninguém), acabar com o pagamento de reformas antes dos 90 anos, deixar de pagar subsídio de desemprego a quem tivesse um quintalzinho para plantar e colher os seus próprios meios de subsistência (não se justifica este pagamento visto terem uma forma de subsistir) e implantar a eutanásia obrigatória para todos os que representassem um custo para o estado, a partir dos 95 anos, as contas públicas começaram a atingir o ponto de equilíbrio, tendo este prestado um excelente serviço aos olhos da União Europeia. Finalmente Portugal tem o problema do Défice resolvido.
Sócrates, agora aposentado, vai apresentar publicamente o seu novo livro “Como conseguir criar um estado rico, evitando as críticas quer da oposição, quer do povo”, onde aponta, entre outras medidas, a melhor forma de conseguir fazer com que todas as pessoas que representam custos, emigrem ou simplesmente mudem de nacionalidade para evitar despesismos desnecessários com a população. Perto do final, explica, “…ficam todos aqueles que possam contribuir com os seus impostos, tenham sistemas próprios de Saúde e Educação e paguem sempre que necessitem de qualquer serviço público…”. Salienta ainda pelo meio, que o mais trabalhoso foi conseguir centralizar todo o ensino e serviços de Saúde nas capitais de distrito, conseguido assim desencorajar grande parte da população a utilizá-los, devido quer à distância quer às fracas condições económicas, atendendo ao elevado aumento dos impostos. No final salienta que os fins justificaram os meios, tendo conseguido o excelente brilharete de regularizar o défice nacional que era o mais importante para a União Europeia.

In Economia global 05 Março de 2011

6 comments:

Anonymous said...

sim senhor.
!!!Grande trabalho jornalístico!!! Atenção ao computador..... ainda to levam...
Reportagem digna das 1ª capas dos jornais de hoje...

TSFM said...

Irra...livra...Deus nos livre de tal mal...
Mas achas mesmo que a União Europeia é assim tão má?

Terreiro said...

Não passa de um sonho! … O texto foi escrito durante uma grande dor de cabeça, ou de dentes!
É obvio que esse senhor vai ficar conhecido por aquilo que fez e não por aquilo que diria fazer. O nosso mal é termos tido políticos que sempre disseram “eu vou fazer”, mas nunca datavam as promessas (ano, mês, dia), fica sempre o dito por não dito.

Abraços

Alex said...

Já me fartei de rir com este artigo.
É a obsessão levada ao extremo.
Está demais…

Anonymous said...

Onde è que eu já ouvi dizer, que era a União Europeia que mandava?
Ai, "Portugal, Portugal de que estas à espera..."
boa North, boa...
Ass. XIII a.C.

sue said...

Hummm.... que o modelo europeu está gasto, já nós o sabemos :( esqueceste-te de mencionar o novo imposto que foi criado: IISAR (Imposto Individual Sobre o Ar Respirável) ... lol quem quer respirar, paga!!!